quinta-feira, julho 18, 2024

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Deputados derrubam veto e gravação de treinamentos dos bombeiros e da PM continua obrigatória em MT

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Segundo o projeto, as filmagens devem respeitar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Lucas Veloso Peres, de 27 anos, morreu afogado durante um curso de salvamento dos bombeiros.

 Ao todo, foram 17 votos a favor de derrubar o veto, contra 4 votos a favor — Foto: ALMT

Ao todo, foram 17 votos a favor de derrubar o veto, contra 4 votos a favor — Foto: ALMT

Os deputados de Mato Grosso derrubaram o veto do governador Mauro Mendes sobre o projeto de Lei nº 360/2024, que obriga a filmagem dos treinamentos de militares no estado. Ao todo, foram 17 votos a favor e quatro contra a derrubada do veto, durante sessão realizada na Assembleia Legislativa do Estado (ALMT), nessa quarta-feira (19).

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O projeto, de autoria dos deputados Júlio Campos (União) e Wilson Santos (PSD), foi apresentado em marçoapós o aluno Lucas Veloso Peres, de 27 anos, morrer afogado durante um curso de salvamento do Corpo de Bombeiros.

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Segundo a proposta, o registro dos treinamentos deve respeitar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e tem o objetivo de garantir a transparência e segurança. Os parlamentares citaram que a existência da lei vai “trazer mais firmeza a essa decisão de filmar os treinamentos do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar”.

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Relembre o caso

Lucas Veloso Peres antes de entrar no curso dos bombeiros — Foto: Arquivo pessoal

Lucas Veloso Peres antes de entrar no curso dos bombeiros — Foto: Arquivo pessoal

Em fevereiro, o bombeiro Lucas Veloso se afogou durante um curso de salvamento, na Lagoa Trevisan, em Cuiabá. Ele foi socorrido pelas pessoas que acompanhavam o treinamento e levado a um hospital particular da capital, no entanto, não resistiu e morreu na unidade de saúde.

Inicialmente, o delegado da Polícia Civil, Nilson Farias, disse que Lucas chegou a passar mal na lagoa.

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“Quando estava na água, ele disse que estava sentindo falta de ar e se agarrou em algo. Na sequência, ele perde as forças, afunda e não retorna mais. O capitão pegou ele, colocou em um barco de apoio e já iniciaram o processo de reanimação”, explicou.

Em maio, o inquérito sobre a morte de Lucas apontou indícios de crime e indicou três militares como suspeitos de envolvimento no caso. De acordo com a Justiça Militar, o caso está sob sigilo judicial.

Via: G1MT

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