sábado, junho 22, 2024

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Mensagem por Pix? BC aponta aumento transações de 1 centavo; entenda

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Transações pelo menor valor possível subiram 43% em 2023 e estão sendo usadas para comunicação. Estudante conta que amigo a procurou via Pix após ter sido bloqueado em app de mensagem

No ano de estreia da ferramenta, foram registradas apenas 236 mil transações de um centavo (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

No ano de estreia da ferramenta, foram registradas apenas 236 mil transações de um centavo (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Banco Central do Brasil (BC) registrou um aumento de 43% nas transferências por Pix no valor de um centavo no ano passado em comparação com 2022. No total, os brasileiros fizeram mais de 35 milhões de transações da quantia em 2023.

Inaugurado em 2020, o método simples e gratuito de transferir dinheiro caiu no gosto da população. O Pix no valor de 1 centavo, no entanto, vem adquirindo outra funcionalidade: a comunicação. Ao efetivar a transferência, o pagador pode escrever uma mensagem de até 140 caracteres para o recebedor do valor.

‘Oi, me faz um Pix?’

A estudante Maria Alice Oliveira, de 16 anos, conta que a transação de um centavo normalmente é usada para brincadeiras entre ela e os amigos.

Teve uma vez que minha amiga me mandou fingindo que era um alerta de golpe na minha conta. Outra vez eu bloqueei um amigo brincando (em aplicativos de mensagem), porque ele estava me irritando. Ele me mandou o Pix desesperado pedindo para desbloquear“, disse.

No ano de estreia da ferramenta, foram registradas apenas 236 mil transações de um centavo. Um ano depois, o número já cresceu para 9,2 milhões, segundo dados do BC. As transações continuaram crescendo, com 24,6 milhões de transferências do tipo em 2022.

No Pix, é possível usar telefone, CPF ou CNPJ, email, e uma combinação aleatória de algarismos como chave do sistema de pagamento.

“O brasileiro é muito criativo. O que começou como um método de pagamentos virou uma rede de comunicação. Ou seja, a ferramenta foi apropriada pelos próprios usuários para outro fim que não o de efetuar pagamentos”, diz José Mauro Nunes, professor da FGV Ebape (Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas).

Tem quem faça transferências para testes e checagens funcionais e outros, para entrar em contato com o destinatário mais facilmente.

Via: Araguaia Em Destaque

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