sábado, junho 22, 2024

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Atirador usou arma do pai, PM, e planejou ataque por dois anos no ES, diz polícia (vídeo)

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Segundo as autoridades, o atirador de Aracruz (ES) é filho de um policial. (Fotos: Reprodução/Redes Sociais)

A Polícia divulgou novas informações sobre o ataque a duas escolas em Aracruz (ES), que deixou 3 mortos e 11 feridos na manhã de hoje (25). Segundo o UOL, autoridades informaram que o atirador, um adolescente de 16 anos, é filho de um tenente da Polícia Militar. Ele teria planejado o crime por dois anos. Pouco depois, o suspeito foi apreendido na casa de sua família.

De acordo com integrantes das forças de segurança, o jovem usou duas armas do pai para o crime. Uma delas era um revólver particular, a outra, uma pistola que pertencia à Polícia Militar. O suspeito também usou o carro de sua mãe, um Renault Duster com placas cobertas, para cometer o atentado. A mulher, por sua vez, é professora aposentada e já deu aula em uma das escolas que foram alvos do filho durante o crime.

adolescente atirador usou armas de seu pai, que é tenente da Polícia Militar, para efetuar os disparos nas escolas. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Um áudio obtido pelo jornal O Globo, gravado por um policial militar do 5ºBPM, indicou a ligação do atirador com a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Primo Bitti, da qual já foi aluno. “Tivemos um atentado cometido por um aluno, um adolescente, que estuda no turno da tarde no Colégio Bitti. Ele teria entrado na escola, na sala dos professores e também em outras salas, com uma pistola e vários carregadores. Atingiu seis pessoas e duas tiveram o óbito confirmado no local”, disse o capitão Alexandre na gravação. “O adolescente, depois, em um veículo Renault Duster dourado e com placas tampadas, foi ao outro colégio. Lá, ele fez a mesma coisa, e atingiu cinco pessoas. Um óbito no local”, completou.

O tenente, pai do atirador, já havia compartilhado a imagem de um livro de Adolf Hitler no Instagram. A obra “Mein Kampf” (ou “Minha Luta”, em português) expressa algumas ideologias do líder nazista, incluindo a descrição dos seus ideais antissemitas. “Ler é uma das chaves da expansão de consciência”, escreveu o policial militar. Em alguns lugares do Brasil, como no Rio de Janeiro, a venda e circulação da publicação é proibida. A apologia ao nazismo também é crime, conforme a lei nº 9.459/97, com pena de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa.

Via: UOL

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